Trabalhamos diariamente para atingir a Excelência
Fepronor está atenta às obras portuguesas mas não ignora um mercado espanhol financeiramente mais atrativo.
31/3/2006 in Diário de Notícias
É de Bragança a empresa que, no último ranking das melhores PME's de Portugal elaborado pelo Diário de Notícias, ficou classificada no primeiro lugar. Os leitores poderão pensar que estamos a...
21/11/2006 in A Voz do Nordeste
Fora do meio da construção civil, Luís Manuel Afonso Gonçalves pode não ser muito conhecido. Inclusivamente, pode-se dar o facto de a sua empresa – a Fepronor – não ser tão conhecida c...
21/11/2006 in A Voz do Nordeste
No ano de 2006 a Fepronor Lda. liderou o Ranking DN das 1500 melhores PME (Pequenas e Médias Empresas) a nível nacional.
26/7/2008
A Fepronor - Ferro Pronto do Norte, Sociedade Unipessoal Lda., foi distinguida recentemente com estatuto de PME Líder pelo Instituto de Apoio a Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI).
22/7/2008
Investimento em tecnologia de ponta e procura de novos clientes, nomeadamente em Espanha, ajudaram a reforçar a liderança desta empresa sediada em Bragança.
1/12/2009 in Exame
A Fepronor - Ferro Pronto do Norte foi considerada a melhor empresa do sector da Metalomecânica e Metalurgia de Base a nível nacional.
28/3/2012 in Rádio Brigantia
Empresa de Bragança entre as melhores Pequenas e Médias Empresas ao nível da performance financeira.
27/3/2012 in Jornal Nordete
A Fepronor, que se dedica à transformação e comercialização de ferro para a construção civil, opera a partir de Bragança, mas tem conseguido marcar a sua presença em todo o território nac...
1/3/2012 in Portugal Positivo
A Fepronor, sediada em Bragança, foi considerada a melhor empresa do sector da metalomecânica e metalurgia de base a nível nacional.
30/5/2012 in Jornal de Negócios

Espanha é Referência para Negócio a Crescer

Luís Gonçalves, fundador e sócio-gerente da Fepronor - Ferro Pronto do Norte, Lda.

Luís Gonçalves iniciou a actividade profissional como docente, tendo inaugurado mais tarde um gabinete de arquitectura e engenharia. Em 1996 funda a Fepronor. Casado e com uma filha, aos 47 anos continua a investir nele e tem frequentado algumas acções de formação, ao nível da Higiene e Segurança do Trabalho, entre outras. Natural de Bragança, assume ainda o papel de filantropo e tem patrocinado algumas entidades desportivas e culturais da cidade.

A aposta num novo equipamento produtivo foi um dos factores decisivos para que a Fepronor - Ferro Pronto do Norte - fechasse 2005 com um crescimento de 15,3% face ao ano anterior. Trata-se de uma tecnologia de ponta que, segundo Luís Gonçalves, administrador da empresa, permite uma boa cadência de produção, com igual qualidade de produto final. Uma inovação da linha de produção para dar cabal resposta às exigências do mercado português e espanhol.

Com a fronteira a pouco mais de 30 quilómetros, e melhores vias de comunicação do que em Portugal, Luís Gonçalves garante que se demora "quase tanto tempo" a colocar produtos em Madrid como no Porto. "Colocamos a mercadoria em Espanha com bons tempos e a preços competitivos", assegura. Para o crescimento da Fepronor em 2005 foi decisivo o fornecimento de ferro moldado para os canais de regadio da barragem do Alqueva e ainda para a ampliação do metro de Madrid, no aeroporto de Barajas. "Foram duas obras importantes e que deram maior projecção à empresa", afirma o administrador.

A Fepronor, criada em 1996, fornece ferro varão - de 12 metros não trabalhados -, ferro moldado - execução e transformação de armaduras para betão - e ferro electrosoldado. Com uma capacidade para laborar de mil toneladas por mês, a empresa iniciou em Janeiro deste ano mais uma ampliação das infra-estruturas, com a construção de um novo pavilhão que, à partida, servirá para aumentar a capacidade de armazenamento. Até porque, por vezes, isso impede a empresa de dar uma resposta mais eficaz às encomendas. Mas não está totalmente descartada uma alteração do layout de produção, aproveitando o novo espaço. "Nunca tivemos qualquer tipo de queixa, mas sabemos que podemos sempre inovar mais um pouco", explica Luís Gonçalves.

Com 15 funcionários, dos quais dois trabalham no escritório e outros dois são os motoristas, a empresa não tem qualquer vendedor e é o próprio proprietário que faz os contactos com os clientes. Muitos sustentados numa base de amizade de vários anos. Para 2006, as perspectivas de crescimento situam-se entre os 6 e 10%. Para já, um dos concursos que a Fepronor pretende ganhar é a construção da ponte internacional de Quintanilha. Uma obra importante, ainda para mais porque "fica à porta de casa", defende Luís Gonçalves. "Embora a distància não represente um problema para a Fepronor", assegura.

Em termos de internacionalização, o empresário rejeita, para já, o crescimento para outros países. "Estamos muito satisfeitos com os mercados em que estamos presentes", justifica. Sobretudo quando a Espanha começa a ganhar cada vez mais peso na carteira de encomendas e representou, no ano passado, "um pouco mais de metade do volume de facturação". Além do mais, diz, "Espanha é um mercado mais interessante", sobretudo porque ai se paga em prazos menores do que em Portugal. "Temos clientes espanhóis que têm prazos de pagamento a 30 dias e, ao fim de cinco ou dez dias ja nos estão a pagar. Isto quando em Portugal se demora 90, 120 ou mais dias", garante.

31/3/2006 in Diário de Notícias
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